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Morre Trini Lopez, cantor de 'If I had a hammer' e 'La Bamba'

11/08/2020 19h44

Foto: Reprodução da internet O cantor americano Trini Lopez
Músico, que foi vítima da Covid-19, começou a sua trajetória de sucesso pelas mãos de Frank Sinatra e também brilhou no cinema

 Morreu esta terça-feira, em Palm Springs, na Califórnia, de complicações da Covid-19, Trini Lopez, cantor pop e guitarrista americano, do sucesso "If I had a hammer". Ele tinha 83 anos de idade. A informação é da revista "Palm Springs Life".



Trini nasceu no Texas, de pais mexicanos, e foi batizado de Trinidad Lopez III em Dallas. Aos 15 anos começou a tocar em bandas e, em 1958, seu grupo The Big Beats assinou com a Columbia Records após gravar com o produtor de Buddy Holly, Norman Petty. Lopez foi solo logo depois e assinou com a King Records, pela qual lançou uma série de singles malsucedidos antes de deixar o selo em 1962. Ele logo conseguiu uma residência na boate PJ's de Los Angeles, onde Frank Sinatra viu seu show e o contratou na Reprise Records em 1963.

Naquele ano, seu álbum de estreia, "Trini Lopez at PJ's", incluiu um cover de "If I had a hammer" que foi um sucesso global, liderando as paradas em vários países e alcançando o número 3 nos Estados Unidos. Outro álbum ao vivo se seguiu, junto com mais sucessos nos anos seguintes, como "La bamba" (lançada, como canção de rock, anos antes por Ritchie Valens), "Lemon tree", "I'm comin 'home, Cindy", "Sally was a good old girl", "Michael", "Gonna get along without ya' now" e "The bramble bush".

Sua popularidade como guitarrista levou a fábrica de instrumentos Gibson a pedir a ele em 1964 para projetar uma guitarra. Ele acabou vindo com duas: a Trini Lopez Standard e a Lopez Deluxe, que foram produzidas até 1971, e que depois se tornaram muito procuradas entre os colecionadores. No Brasil, durante a jovem guarda, Trini Lopez teve um cover oficial - o cantor baiano José Gagliardi Jr., que adotou o nome de Prini Lorez.



Trini Lopez já era uma estrela da música quando foi escalado como Pedro Jiminez - também conhecido como Número 10 - em "Os doze condenados", filme sobre a Segunda Guerra Mundial, de 1967, dirigido por Robert Aldrich. No longa, ele contracenou com Ernest Borgnine, Charles Bronson, Jim Brown, John Cassavetes, George Kennedy, Telly Savalas e Donald Sutherland. Ele ainda atuou em filmes como "Vamos casar outra vez" (1965) e "O ópio também é uma flor" (1966).

O músico e ator é tema de um documentário intitulado "My name is Lopez", ainda a ser lançado, que inclui entrevistas com nomes como o ator Jim Brown, a cantora Dionne Warwick, o cantor Tony Orlando e o guitarrista do ZZ Top Billy Gibbons.
(De O Globo)

   

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  • José Professor
    24/09/20 10h49
    É uma vergonha sem precedentes que dos ONZE ministros do STF só dois foram Juízes de Carreira. O restante é um...
  • José Professor
    21/09/20 18h31
    Nem bem "pingou" água de uma simples "manga de chuva" e já foi o bastante para a...
  • AILTON FERREIRA ARAUJO
    17/09/20 08h02
    Kkkkkk....José Professor, tem nego que ja comprou mão de plástico pra ficar fixa e levantada.....kkkkk...tem cada...
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