Tocantins, 23 de fevereiro de 2019 - Mira Jornal - 00:00

Política

Ação judicial pede prisão e cassação do governador

09/06/2018 20h04

A Coligação de Vicentinho Alves (PR) se valeu inclusive da documentação apreendida pela Polícia Federal e ajuizou
uma ação contra o governador Mauro Carlesse (PHS) e outros agentes. A novidade é a documentação com a qual a
coligação denuncia a prática de abuso do poder econômico e de poder político ao longo de 46 páginas. A ação está
com a desembargadora Ângela Prudente. Entre os pedidos, a prisão do governador e seu candidato a vice, Wanderlei
Barbosa (PHS) ou sua condução coercitiva, nova busca da PF em órgãos e, ao final, a cassação das candidaturas e, se
eleitos, dos diplomas dos acusados.


Citados
A ação cita inúmeras ações consideradas suspeitas pela acusação e lista, como co-réus, o prefeito de Darcinópolis,
Jackson Marinho, os secretários estaduais Claudinei Quaresemin (Infraestrutura), Sandro Armando (Fazenda) e o
presidentes da Redsat, Wagner Coelho, e da ATS , Roberta Castro.

O mais caro
O voto mais caro do primeiro turno é da coligação “Reconstruindo o Tocantins” (PDT / AVANTE / PATRI / PSD /PSC):
R$ 46,43. As despesas contratadas foram de R$ 4,1 milhões para 90.033 votos. As despesas giram em torno de 60% de
tudo que foi gasto: R$ 6,9 milhões.

O mais barato
Marcos Souza (PRTB) conquistou 2.794, a menor quantidade entre os derrotados. É dele o voto mais barato R$ 4,36.
Ele contratou despesas de R$ 12,1 mil e quitou todas.

Do dele, não
O voto dado a Márlon Reis (Rede) no 1º turno é o segundo mais barato: R$ 4,37. Em compensação, Márlon foi o único
dos candidatos derrotados no 1º turno a não “autoinvestir” nenhum real em sua própria candidatura.

Do dele, sim
É do candidato a vice da coligação Reconstruindo o Tocantins Marco Antonio Costa (PSD) o maior montante doado
para a própria campanha: R$ 2,3 milhões, ou 59,4% do total da coligação.

É do prudencial
Em nota ontem, a coluna citou que o MPE estava a 0,83 ponto acima do limite máximo da LRF com gastos com
pessoal. Porém, para o bem da verdade, o percentual está acima é do limite de alerta.

Queda
O desenquadramento do MPE se deve a uma frustração na arrecadação do Estado do Tocantins, que impacta a
Receita Corrente Líquida (RCL) e repercute no índice de gastos com pessoal de todas as instituições.

Jairo Mariano
Presidente da ATM
Qual a saída para eliminar os lixões nos municípios?
Tem que haver um tratamento especial do governo federal para destinar recursos para esse fim. A solução não deve
ser responsabilidade apenas da Prefeitura. No Estado do Tocantins temos 116 municípios com arrecadação básica
que não conseguem criar um aterrro de R$ 1,5 milhão a R$ 3 milhões como os previstos nos projetos em andamento.
(Do JTo./Lailton Costa)

   

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  • José Oliveira Martins
    20/02/19 09h11
    E o assassino do Moisés? Onde está? Ao que me consta até agora nem sinal. Temos que convidar o CSI americano para...
  • Raimundo Dias
    20/02/19 07h58
    Hospital de Miracema precisa de ambulância, médicos e os que estão indo embora Gov.Carlesse coloque gente que...
  • José Oliveira Martins
    19/02/19 08h16
    "Polícia faz operação para prender quase todos os vereadores de Augustinópolis-TO". Ao ler esta reportagem,...
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