Tocantins, 27 de maio de 2019 - Mira Jornal - 00:00

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Prefeitura de Miracema e instituições parceiras discutem avanços e retrocessos no Dia Internacional da Mulher

09/03/2019 07h19

Fotos: Ronys Rocha
A Prefeitura Municipal de Miracema, a Associação Colônia de Pescadores Profissionais de Miracema e Tocantínia (Copemito), a Defensoria Pública e a Universidade Federal do Tocantins (UFT) desenvolveram na sexta-feira, 8, diversas atividades em homenagem ao Dia Internacional da Mulher, com a temática “Todos juntos pela não violência contra as mulheres”. A ação teve início com uma caminhada, que partiu da sede da prefeitura e seguiu até a feira coberta da cidade baixa.



Na ocasião, aconteceram rodas de conversas que abordaram sobre os direitos e a violência contra a mulher, além de diversas apresentações culturais. O bate-papo foi mediado pelas professoras doutoras da UFT, Cristina Vianna e Vanda Micheli Burginski, pela acadêmica do curso de Serviço Social, Bianca Pereira, e pela defensora pública, Franciana Di Fátima Cardoso.

Para Cristina Vianna, professora de Psicologia da UFT, o debate ajuda no enfrentamento da violência. “Este ato foi pensado para mobilizar as mulheres neste dia, que é tão importante e dá visibilidade política para discutirmos sobre o enfrentamento dos diversos tipos de violência. Além disso, podemos abordar pautas sobre o mercado de trabalho, situações do cotidiano das mulheres do campo, da pesca e de como trabalhar o coletivo em prol de um bem maior”, afirmou.

Já para Regina Célia Barbosa, colaboradora da Copemito há 8 anos e membro do Instituto Arte Afro Direitos Humanos, “essa iniciativa, que começou na colônia de pescadores, tem por objetivo esclarecer os direitos das mulheres e promover o empoderamento feminino, visando diminuir as situações de preconceito e violências como o feminicídio, além de fazer com que a mulher perceba o quanto é fundamental no que se propõe a fazer e que é digna de respeito”, frisou.

O prefeito Saulo Milhomem falou sobre a relevância de ações como essas para diminuir a violência contra a mulher. “Os debates e discussões contribuem para conscientizar as mulheres sobre seus direitos e orientá-las sobre quais órgãos procurar ao enfrentarem situações de violência, sabendo que poderão contar com o Poder Público”, concluiu.
(Da Ascom Miracema/ Juliana Carneiro)



   

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  • Indignado e revoltado
    23/05/19 20h13
    Gente o quê que é isso? O que tá passando pela cabeça desses gestores? É um absurdo o que estão fazendo com o...
  • José Professor
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  • José Professor
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